Cumprindo o prometido, continuo a série “Vanessa da Mata” tecendo um pequeno guia, ou melhor, um pequeno manual (palavra mais adequada à discografia da moça) para navegar pela obra da cantora. São impressões e conclusões minhas que compartilho para que tirem as suas. Estão presentes aqui todos os álbuns da artista, exceto o mais recente (ao vivo) que é, na verdade, uma compilação dos sucessos dos álbuns anteriores.
Álbum de estreia com produção de Liminha e do violoncelista Jacques Morelenbaum que deu um “auxílio luxuoso” nos belos arranjos do disco.
É um belo trabalho e soa muito… MPB. Vanessa mostra a que veio cantando bem, fincando suas raízes na música brasileira, explorando ritmos e mostrando versatilidade em sambas (“Alegria” e “Viagem”) e canções bucólicas (“A força que nunca seca” e “Onde Ir”).
Ouça Muito:
“Não me deixe só”: Alegre samba bem ritmado e arranjado a la “Não Enche” (Caetano Veloso) no qual a cantora explora seus agudos e canta um texto que na verdade é uma declaração de amor em tom de ameaça.
Preste Atenção:
“Case-se comigo”: Linda composição, interpretação cheia de sensibilidade que mostra bem algumas possibilidades vocais da cantora, arranjo de cordas criterioso, letra simples, romântica, direta. Infalível para ouvir a dois!









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12 de agosto de 2009
[...] da Mata acabou por lançar seu primeiro trabalho como cantora em 2002 intitulado apenas com o nome Vanessa da Mata. Fez enorme sucesso e foi inevitável ouvir sua voz cantando “Não me deixe só” em muitas [...]
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