A música que gostamos de ouvir é sempre um mistério do qual não conseguimos decifrar os porquês que nos fazem dela gostar. Seria apenas acaso? Ou nos afinamos com aquilo que traduz a personalidade que carregamos conosco? Muitas vezes não temos muita consciência do motivo pelo qual gostamos ou detestamos determinado tipo de música, mas sabemos que ao ouvir ocorre uma identificação imediata (para o bem ou para o mal) que provoca reações físicas e psicológicas revelando as manifestações do corpo quando submetido a uma audição musical.
Esse assunto – além de me ser particularmente interessante – é objeto de estudo da Musicoterapia, que se encontra envolta em constantes novas descobertas, sendo frequentemente abordado em livros de autores como Robert Jourdain e Oliver Sacks e provando a estreita ligação que existe entre música, neurociência e psicologia. Um bom exemplo dessas investigações e descobertas é esta matéria recém divulgada que, mais uma vez, traz à tona a discussão sobre os efeitos que a música provoca no corpo e cérebro.
De alguma forma, pode-se concluir que o homem sempre está em busca da música que satisfaça suas necessidades físicas, psicológicas e mentais ao passo que exterioriza essa mesma música que ouve. Então, que tal conhecer a si mesmo baseado em sua própria discografia?









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